Segundo a Harvard Business Review, a profissão de cientista de dados ganhou importância e tornou-se uma carreira promissora, sendo considerada como o emprego mais sexy do século 21. Você quer ser sexy? Então prepare-se!
Não é nada fácil ser um cientista de dado e as competências exigidas pelo mercado desafiam a formação profissional, pois faltam cursos e a experiência ainda limita os currículos de quem já está na área.
Até 2020, teremos 50 vezes mais informação do que temos hoje e a quantidade de dados não estruturados, as pegadas digitais que deixamos nas redes sociais e as informações estruturadas em bancos de dados, exigirão habilidades que hoje começam a ser muito valorizadas. Poder fazer previsões e analisar dados não estruturados é de um valor inestimável para uma empresa. Você já pensou o que uma empresa como a Amazon decide com base em seu comportamento ao navegar pelo site? Tudo! Cada clique que você dá é uma pegada digital e isso é monitorado e transformado em dado a ser analisado.
Seu comportamento, somado com todos os demais usuários, dá à empresa condições de tomar decisões valiosas. Aí entra o cientista de dados identificando padrões de análise que permitem extrair informações relevantes e fazendo predições com base na tecnologia Big Data. Os relatórios gerados desses cruzamentos apoiam as estratégias de negócios podendo gerar novos produtos, ou descontinuar outros. Pode-se resumir afirmando que o cientista de dados atua na análise preditiva de grandes volumes de dados, ou seja, trabalha com previsões sobre novas ocorrências com base em dados comparados e analisados. Em tempos de redes sociais e mobilidade, esse perfil profissional é muito atraente, pois um grande desafio é conseguir analisar o comportamento de um potencial consumidor a partir do que ele compra, do que ele lê, do que ele curte e por aí vai.
Seu comportamento, somado com todos os demais usuários, dá à empresa condições de tomar decisões valiosas. Aí entra o cientista de dados identificando padrões de análise que permitem extrair informações relevantes e fazendo predições com base na tecnologia Big Data. Os relatórios gerados desses cruzamentos apoiam as estratégias de negócios podendo gerar novos produtos, ou descontinuar outros. Pode-se resumir afirmando que o cientista de dados atua na análise preditiva de grandes volumes de dados, ou seja, trabalha com previsões sobre novas ocorrências com base em dados comparados e analisados. Em tempos de redes sociais e mobilidade, esse perfil profissional é muito atraente, pois um grande desafio é conseguir analisar o comportamento de um potencial consumidor a partir do que ele compra, do que ele lê, do que ele curte e por aí vai.
E como se preparar para ser um cientista de dados? Não existe um curso de graduação e o mercado começa a oferecer alguns cursos de pós graduação e de especialização, mas para ter alguma chance é preciso um perfil mínimo. Geralmente são profissionais das áreas de engenharia, matemática, estatística, ciência da computação e economia, mas se você for de outra área e se identificar com as competências exigidas, também pode arriscar; necessita ser criativo na construção de gráficos bonitos, com boa visualização e que possam ser compreendidos pelos clientes; deve ser especialista em ferramentas Hadoop, plataforma de software em Java projetadas para uso intensivo de dados e aplicações distribuída e adotadas por sites populares como o Yahoo, Facebook, LinkedIn e outros; tem de saber programação, ser capaz de criar modelos estatísticos; deve ter capacidade analítica para identificar informações de valor e fazer previsões de situações com base na tecnologia de Big Data; tem de transformar tabelas de números em palavras e ser bom em comunicação para traduzir dados na linguagem dos negócios.
Viram? Não é fácil ser sexy. Para profissionais da informação que já atuam na gestão da informação, como bibliotecários e cientistas da informação, muito cuidado com as diferenças conceituais e competências exigidas. Atuar na organização e gestão da informação digital é muito diferente que atuar com Big Data. O desafio dos gestores da informação é a sistematização e a recuperação da informação e não a análise preditiva e a transformação de tabelas em números e gráficos em uma linguagem de negócio. São áreas distintas que em algum momento, dependendo da cultura organizacional, podem e devem atuar de forma alinhada.
O Gartner prevê um demanda gigante para 2015. Serão 4,4 milhões de cientistas de dados, com a América Latina, respondendo por quase 1 milhão desses especialistas. Então, se você quer entrar para essa área e ser sexy em 2020, está na hora de começar a planejar sua estratégia.
Existem inúmeros vídeos e textos sobre o tema. Selecionei esse vídeo que achei mais pertinente e esclarecedor. Espero que gostem.

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ResponderExcluirO Governo brasileiro precisa de um BIG DATA para evitar um ECONOMIC BIG COLAPSE. Talvez não se importe com isso para fica A SUS ANCHAS...como diriam os espanhóis. O BIG DATA SERIA UM BIG BROTHER?? Então é por isso que em USA sabem até quem pegou um simples parafuso perdido na calçada?? Porém não conseguiram detetar a bomba da panela de pressão, aqueles loucos que matam tantos inocentes...não entendi isso!! Como tudo na vida, o BIG DATA tem o verso e o reverso da medalha, penso eu, e vai depender de que lado se está!!
ResponderExcluirMargarida Quintal